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Wednesday, September 13, 2017




Calidus
Espinho que não mais fere, em persistência aprendida,  floresce e se funde ao luar com canção em voz de mãe terra. Cresce a esperança, e ela é branca.


49 x 33 x 8 cm - Modelagem manual em argila farias branca, e aplicação de flor de porcelana, esmalte de formulação própria, com queima a 1222°C, cone 6.




  
 Glacialis
No acúmulo se estagna. É no preciso exercício do deixar-se esvaziar que surge a fluidez necessária. Água que corre, inspira e transborda.
40 x 21 x 7 cm - Modelagem manual em argila farias branca, com aplicação de engobe de porcelana e esmalte de formulação própria, com queima a 1222°C, cone 6.




Medalha de Menção Honrosa.



CCBRas no Jardim





Exposição A Mesa





Friday, June 23, 2017

Pulveris Terrae


Pulveris Terrae
40x39x11cm

In tones of  earthy, sand and clay. Land of Dust, translates from  latin the sculpture's name, was inspired by the beginning of everything, in the cradle of civilization. In the forces of deserts and their sandstorms, in the wars and stories of achievements by the men. The shape suggests an animal's head, crowned with a horn more valuable than gold, awakens their only predator: the man. At the same time, from the tension between a formal concreteness of the straight angles and the expressive gesture of the curves  arises a poetic balance of opposites, adding their spaces in hopeful harmony. Pulveris Terrae was inspired by paradoxes, polarizations, decisive moments, solitude, in dialogues that can't be impossible. Remembering the human origin and our greatest enemy, ourselves. Suggests the flag of peace, 
before everything becomes just dust.


Catálogo:
Esalq - USP Piracicaba : http://goo.gl/HcuYWW





Catálogo:
Fundação Romi - Sta Bárbara do Oeste: https://expoceramistas.blogspot.com.br/?m=1






Tuesday, June 20, 2017

Yixing Museum


23x23x7cm

In the permanent collection of the Yixing Museum, China.



No acervo permanente do Museu de Yixing - China.




Sunday, June 18, 2017

O torno, uma espiral infinita de possibilidades.

Lili, Tati, Estela, Mari, Flávia e Patrícia.
Turma de torno, quintas das 9 às 12h, em Vinhedo.
Informações: acacia10@gmail.com


Exigente, quando se quer atingir qualidade, o torno também pode ser cruel 
com os que se aventuram em seu giro. 

No início nos faz de João-Bobo, jogando-nos de um lado para outro. É quase inevitável. Ele nos sacode, e pergunta, "Onde você quer ir?" E insiste..."Tem certeza?"

Mas o  torno quer mesmo nossa quilha, deseja que nosso centro 
esteja em uníssono consigo para que as conquistas surjam. 

Não se aprende a tornear apenas com o racional, é o corpo que aprende, e ele tem seu tempo. Um tempo de desafio, um tempo que nos leva a duvidar de tudo, que nos quer levar por atalhos falhos, truques desonestos, um tempo que provoca nosso melhor ou nosso pior. Sempre a nos perguntar,  
"Do que você é feito?"

Você é força? Ou você é habilidade? Você é rigor? Fluxo? 
Quem é você ? Como é você?
E para cada resposta, o torno nos trará uma surpresa. Um presente ou um castigo? Você decide.
Porém, não se engane, o importante é se manter ao torno, a energia que geramos neste momento é mais importante do que qualquer outra coisa na manutenção do que somos e o que desejamos na cerâmica. Não há tempo para nos perdermos em desculpas ou justificativas. Precisamos praticar.

O torno oferece o direito á perfeição para aqueles
que estão determinados a domar os efeitos da força centrípeta. Como um ator que sobe ao palco a cada noite como se fosse seu primeiro espetáculo, o ceramista conquista a habilidade de repetir várias vezes a mesma forma, contudo, sendo único em cada movimento. 

É a centralização que nos levará a obter peças com paredes uniformes, 
honestas em sua harmonia entre o que se vê no interior da peça e o perfil externo. 

O acabamento, o esculpir da base, principalmente quando pensamos em utilitários, 
é outro ponto que complementa a leveza da peça. O pé da peça confere personalidade.
O interior, ou como gosto de chamar, a alma da peça
é tocada apenas durante sua feitura. Não recebe cortes ou desgastes depois de pronta, 
é conquistada pelas mãos e ferramentas enquanto a peça nasce.
Sim, peças nascem!

A leveza e  frescor do que torneia são conquistados ainda quando a 
argila escorrega por entre nossas mãos; é ali, no modelar, que definimos 
o único, a criação do que torneamos. O acabamento é retoque, e não maquiagem completa.

Como um ator que se prepara para um personagem, ou um músico que se aprofunda na interpretação de um conserto, o ceramista, a cada giro ganha em repertório, a cada desafio apura sua expressividade e faz nascer o artista ceramista.

O torno passa ser apenas meio, ferramenta, que continua nos elevando 
com seu giro, quase como dervixes. 

E neste momento, ele é suporte que não se atem apenas aos quesitos técnicos.  Novamente lembra o teatro, onde existe uma peça, um texto que precisa ser respeitado, mas este contexto não o impede o ator improvise, quando é chega a hora.
O tornear se transmuta em gesto, puro movimento, a técnica se modifica e transforma,  se enriquece, para atender as necessidades da criação.

Por Acácia Azevedo, para minhas alunas. 

Friday, June 16, 2017

Workshop de Esculturas em Placa - em Vinhedo-SP


O Workshop de Esculturas em Placas, dias 22 e 29 de Maio, com Cibele Nakamura, aqui no atelier em Vinhedo, foi um sucesso. Além das belas esculturas produzidas pelas participantes, 
comemoramos o Dia do Ceramista! Foi uma grande alegria ter vocês todas aqui no atelier!

 


International Ceramic Art Festival, in Yixing - 2017.


 10*10*45cm

Brazilian

The Indian is the Brazilian indeed. Acculturated, he is socially invisible, an ethnic exclusion. The few, confined, can maintain their traditions. Violently removed from their roots, the Indian becomes a fantasy, not just for Carnival, but a simulacrum. Entire indigenous communities, full of cultural richness and meaning, being emptied, isolated, bottled up.


47*22*18cm

Coffee at Mangrove

Embellishing and interfering in the everyday life with handmade objects has always been the artist goal in pottery. This pause for the coffee reflects and demands the attention to this delicate and powerful marine nursery, common to China and Brazil, the Mangrove, suffering heavy human intervention. A pause for a bitter reflection.







Exhibition Open Cerimony