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Tuesday, October 8, 2013

Saagar firing - 13º mercado a mão cheia

terra ardendo





Sobre a toalhinha de crochet, a fresca cabaça. 
Acinturada, lisa ou marcada, coisa de planta; 
cabaceira, porongueiro, jamaru. 
Pode vir com água, sopa ou angu. Transforma-se; 
moringa, cuia, viola, boneca de menina. 
Já seca, ao por do sol, de verde fica dignamente dourada. 
Faz moda, enfeita e alegra quando dependurada.








Sempre me identifiquei com as possibilidades do Saggar Firing. 
Os vários tons e cores, quase como que uma aquarelada de fogo, me fascinam. 

Peças queimadas em saggar têm passagens, ritmos e sinuosidades que vão de encontro a minha necessidade de expressar e compreender os movimentos imprevisíveis da vida.
 Poesia que pode ser burilada pelo ceramista numa alquimia de sais, 
materiais orgânicos e metálicos.

Com o suporte da ceramista Lu Leao Monteiro Borges
as queimas foram feitas em seu atelier, e o desejo de conquistar 
esta técnica para meu repertório, segue se realizando. 
Os primeiros trabalhos, vão para o Mercado a Mão Cheia, 
do Atelier Hideko Honma. 
Estão todos convidados! 




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